Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

Apagão no espaço

 

Por Luís Guilherme Haun – Astrônomo da Fundação Planetário

Todos nós já sentimos como é ruim ter que racionar energia ou enfrentar um apagão. Houve uma época que isso foi frequente na cidade do Rio de Janeiro. Tempos que queremos esquecer.

Pois bem, não é que os astronautas da ISS (Estação Espacial Internacional) estão passando por uma dificuldade semelhante?

A principal fonte de energia da estação é o Sol e alguns equipamentos que distribuem essa energia não estão funcionando. Dois astronautas tentaram substituí-los, mas não foram bem sucedidos. Nova tentativa será feita e, dessa vez, torcemos para que tenha um final feliz. Assim, eles estão racionando a energia, principalmente dos experimentos que gastam cerca de 40% do total armazenado, para que possam permanecer em segurança no espaço.

Os apagões e racionamentos são péssimos aqui na Terra. Imagine em órbita, a cerca de 400 quilômetros de altura.