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Rio+20 e as energias limpas

 

 

Como você já deve saber, a cidade do Rio de Janeiro sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, entre os dias 13 e 22 de junho. Denominada Rio+20, por marcar os vinte anos desde a conferência sobre Meio-Ambiente e Desenvolvimento, a então chamada Rio-92, terá como objetivo definir os caminhos que os habitantes deste planeta deverão tomar nas próximas décadas, visando o desenvolvimento sustentável. Esperamos que os diversos Chefes de Estado e de Governos dos países participantes das Nações Unidas tragam boas novidades, com resultados práticos, e menos demagogia política.

 

Nesse sentido, é sempre bom mostrar que algumas promessas de energia limpa que temos escutado nos últimos 20 ou 30 anos estão bem mais próximas da realidade e, dependendo do esforço e interesse das forças político-comerciais, poderiam ser implementadas num curto período de tempo. É o caso da energia solar que, experimentalmente, já substitui o combustível fóssil em algumas situações. Um interessante exemplo é o oferecido pela dupla suíça Bertrand Piccard e André Borchsberg. O primeiro é psiquiatra e o segundo, engenheiro; eles desenvolveram um avião movido somente a energia solar!

 

Nossa estrela mais próxima, o Sol, nos concede diariamente uma fonte de energia inesgotável (pelo menos, para os próximos quatro bilhões de anos, o que para os padrões humanos pode ser considerado um tempo infinito). Pouco usada ainda, a energia solar é 100% limpa, ou seja, uma forma de energia que não agride (ou agride muito pouco) o nosso planeta. A energia contida na luz do Sol pode ser transformada em eletricidade, por meio de um dispositivo chamado celula fotovoltaica. Temos ainda as placas solares que simplesmente se aquecem durante o dia, e esquentam a água. Vantagens não faltam para investir nessa fonte de energia: inesgotável, faz uso de equipamentos de baixa manutenção, abastece locais onde a energia elétrica convencional não chega. Obviamente tem suas desvantagens, pois em alguns locais do planeta a incidência da luz solar é bem menor ou ainda inexistente por alguns meses. Mas para esses casos, temos outras energias limpas, não é? Eólica, marés, biogás, biocombustíveis etc.

 

E, bem sabemos, quando o ser humano quer, ele faz.