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Perigo no espaço

 

Andar de avião é a maneira mais segura que o homem já inventou para viajar. Assim dizem as estatísticas. Mas o homem sempre quis ir mais longe e, em um futuro próximo, poderemos nos lançar cada vez mais alto, em voos orbitais e, quem sabe, pelos planetas.

Mas, antes de nos aventurarmos pelo espaço, temos que ficar atentos a um sério problema: o lixo espacial. O primeiro satélite artificial foi lançado em 1957, o Sputnik, uma pequena esfera metálica que enviava aos soviéticos um sinal mostrando a sua posição, para desespero dos norte-americanos. A partir daí, milhares de missões espaciais foram executadas e diversos artefatos foram colocados em órbita da Terra e se aventuraram pelo Sistema Solar.

Hoje existem muitos restos de naves espaciais e de satélites, além de satélites desativados: o que chamamos de lixo espacial. São milhares de objetos viajando a grandes velocidades e muitos são monitorados aqui da Terra. Porém, calcula-se que outros milhares de pequenos pedaços não são detectados e podem causar estragos na Estação Espacial Internacional – ISS – e em outros satélites.

O perigo está à solta. E neste fim de semana os astronautas da ISS foram alertados para o perigo de uma colisão com um pedaço de um satélite russo. Como é de praxe, os seis astronautas fizeram os procedimentos de segurança e se acomodaram na nave de escape. Por sorte o lixo passou a 23 quilômetros da estação espacial. Em termos astronômicos foi de raspão. Neste mesmo ano outro pedaço passou a apenas 335 metros. Ufa!

Não foi a primeira vez que isso ocorreu e nem será a última. É necessário que se pense, com urgência, uma solução para o lixo espacial para que acidentes não ocorram e ponham em risco a vida de pessoas e a perda de bilhões em investimentos. Mas será que conseguiremos? Não conseguimos dar conta do lixo que produzimos em casa. No espaço é ainda mais complicado.