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Tempestade solar à vista?

Quando olhamos para o céu estrelado, numa bela noite sem nuvens, o Universo nos passa uma sensação de eternidade, ou melhor dizendo, constância. É uma avaliação comum, apesar de equivocada. As estrelas passam por processos explosivos, que liberam altas quantidades de energia para o espaço. Com o nosso Sol não é diferente.

No último dia 17 de outubro, os telescópios que estudam a nossa estrela mais próxima detectaram na borda solar o que sabemos agora tratar-se de uma gigantesca mancha solar, do tamanho de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. Sim, o Sol pode apresentar manchas em sua superfície, e normalmente tais machas são sintomas de processos explosivos que estão acontecendo ou irão acontecer.

A temperatura da superfície do Sol é de cerca de 6.000ºC, enquanto que numa mancha a temperatura é menor. Por essa razão, as manchas são escuras. Muitas vezes, nas proximidades de uma mancha solar, intensos campos magnéticos impulsionam explosões que liberam enormes quantidades de energia e cargas elétricas.

Viajando a impressionantes 500km/s, as cargas despejadas no espaço chegam na Terra, podendo produzir as belas auroras ou interferência nas redes de energia ou transmissão de dados. O acompanhamento da evolução das manchas é importante, entre outras coisas, para prever os efeitos na Terra. Acompanhemos as cenas dos próximos capítulos.

Confira abaixo em anexo uma sequência de imagens mostrando o caminho que a mancha está fazendo na superfície solar.

Os aficionados pelo Sol podem buscar informações sobre o astro nos sites: www.spaceweather.com ou http://sohowww.nascom.nasa.gov/sunspots/.