Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

Queda de satélite aumenta preocupação com lixo espacial

Nesta semana um grande objeto cairá na Terra (o satélite UARS) com cerca de 6 toneladas. E não se sabe ao certo onde será o impacto. Para nossa sorte, a maior parte da superfície da Terra é coberta de água e são grandes as chances deste satélite cair em algum oceano, segundo as previsões das agências norte-americana e russa. A chance de que o satélite atinja uma pessoa também é muito pequena: cerca de 3.200 para 1.

A quantidade de objetos em órbita da Terra já passa de milhares. Eles já ameaçam o lançamento de naves para, por exemplo, levar astronautas para a Estação Espacial Internacional. E o problema maior está no lixo espacial. São restos de satélites que se desprenderam ou peças perdidas nas caminhadas espaciais. É um grande risco para os satélites que estão em órbita. Somos muito dependentes destes satélites, na área de comunicação, previsão do tempo etc.

Existem diversos projetos para recolher os pedaços deixados no espaço, mas até agora nenhum foi colocado em prática, ainda mais agora com uma crise global em andamento, o que diminui os investimentos na área espacial por parte dos governos. Os satélites fora de atividade, como é o caso do UARS, que não são mais controlados para cair em algum lugar seguro, podem causar sérios danos em outros satélites em órbita se houver uma colisão.  O tempo passa e os riscos aumentam. Precisamos acelerar estes projetos para minimizar os riscos futuros

Todas as noites, principalmente em lugares sem poluição luminosa, podemos observar vários objetos em rota de colisão com a superfície terrestre. Esses objetos são os meteoros, popularmente conhecidos como estrelas cadentes. Por sorte, são, na maioria, pequenos pedaços de rocha, ou mesmo poeira, que, ao entrar na atmosfera, são destruídos, desintegrados pelo calor.

O problema está nos grandes pedaços. Dependendo da sua constituição, estes grandes objetos podem atravessar a atmosfera e se chocar com o solo. São os meteoritos. Esses já não são tão comuns como na formação do planeta Terra. Mas o risco de uma grande rocha se chocar com o nosso planeta existe. Ele é bem pequeno e pode acontecer num período de milhares de anos.