Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

Primórdios do Sistema Solar

Há muito se sabe que pequenos corpos celestes trazem a assinatura dos primeiros momentos do Sistema Solar. Esses objetos são os asteroides e os cometas. Os primeiros se concentram, principalmente em uma região entre os planetas Marte e Júpiter, conhecida como Cinturão de asteroides. Já os cometas se distribuem em duas regiões mais externas, além do planeta Netuno: o Cinturão de Kuiper (que também contem asteroides) e a Nuvem de Oort.

Esses objetos não sofreram muitas interferências desde o seu surgimento, ao contrário dos planetas que foram formados através de sucessivos choques de objetos menores. Por isso eles nos trazem informações dos estágios mais antigos de nosso sistema planetário. Isso é muito importante para construirmos uma teoria da formação do Sistema Solar e, até mesmo, para conhecermos melhor a formação de planetas em outros sistemas planetários.

O asteroide Lutetia, descoberto em 1852, foi recentemente vasculhado pela sonda espacial europeia Rosetta. As informações coletadas dão fortes indícios que este objeto, com cerca de 100 quilômetros de diâmetro (esse é um valor aproximado porque os asteroides não são esféricos), é um planetesimal original, ou seja, não é um fragmento de um objeto maior, como a maioria dos asteroides.

Lutetia deriva do nome latino da cidade de Paris, quando estava sob o domínio do império romano. Paris, por sua vez, é considerada a cidade luz. Lutetia vem agora iluminar nossos conhecimentos sobre o nascimento do Sistema Solar. Fiat lux!