Os Planetários da nossa Fundação

Quando comecei a trabalhar aqui na Fundação Planetário, a nossa cúpula menor daqui da Gávea, a Galileu Galilei, possuía um planetário modelo Spacemaster da Zeiss, digo possuía, pois ela está prestes a ganhar um planetário digital de última geração. O antigo já pode ser visto no nosso salão de exposição. Além do planetário, a Galileu, como é chamada na intimidade, funcionava com cinco projetores de slides, sendo um deles móvel, e, completando o grupo de equipamentos, um projetor de vídeo com controle manual de abertura de vídeo. Esse planetário não era automatizado, fazendo com que o astrônomo que passasse uma sessão tivesse que trabalhar muito e com bastante atenção.
Em 1998, foi inaugurada a nossa cúpula maior, a Carl Sagan, com o planetário também da Zeiss, modelo Universarium, que, além de automatizada ao extremo, abrigava muito mais equipamentos: 59 projetores de slides, sendo um móvel; três de vídeo, sendo um móvel; unidades de laser disks (LD); super VHS (SVHS) e áudio de seis canais. Hoje em dia, estamos minimizando as unidades de projeção por slides, trocamos os LD’s por DVD’s e abandonamos os SVHS. São os sinais do tempo. Estamos preparando a Carl Sagan para, daqui a alguns anos, fazermos a sua digitalização.
A Fundação Planetário também conta com um planetário em Santa Cruz, só que este já é digital. Com alto grau de programação e imersão, este equipamento consegue levar o visitante para viagens incríveis, inimagináveis. Está localizado dentro da Cidade das Crianças e é um dos atrativos de lá.
Uma sessão de planetário não é como uma de cinema. Nossas cúpulas são hemisféricas, e existe projeção em toda a sua superfície; logo, atrás do visitante, também há imagens sendo projetadas. É uma diversão diferente, pois o público sai, também, com informações sobre Astronomia.

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