Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

Minhas conversas com Ísis

Ísis tem dois anos e meio e, desde que nasceu, mudou minha vida por completo.

Outro dia estávamos brincando com um daqueles brinquedos de encaixe (a forma certa no buraco certo, tenho certeza de que todos conhecem…). O que temos tem forma pentagonal e cada face de uma cor diferente, para facilitar o aprendizado da criança.

Pois estávamos, eu e ela, de frente para o verde, com uma peça amarela nas mãos.

– Amarelo, papai.

– Amarelo, filha.

E eu giro o brinquedo, no sentido horário, até chegarmos à face amarela. Ísis reclama:

– Não, papai. O outro amarelo.

– Filha, só tem um amarelo.

-Não, papai. O outro amarelo.

E ela toma o brinquedo em suas mãos de criança e gira, desta vez no sentido anti-horário, até parar na mesma face amarela que eu mostrara há pouco.

– Este amarelo, papai. O outro não!

Fantástico! Na cabeça da minha filha, sentidos diferentes (horário e anti-horário) levam necessariamente a destinos diferentes (um amarelo e outro amarelo). Minha filha é euclidiana!

Mal posso esperar para ensinar a ela as outras geometrias…