Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

Mares Lunares, ainda há o que conhecer

Você já olhou para a Lua numa noite de Lua cheia e notou manchas escuras em meio à superfície branca? Já se perguntou o que originou estas características singulares?

Os antigos pensavam que eram áreas cobertas de água e denominaram as tais manchas de mares. Hoje, sabemos que não há água suficiente na superfície da Lua para encher nem um lago. Pode ser que haja algum gelo em crateras próximas aos polos e alguma água misturada às rochas, mas, definitivamente, não há água em estado líquido na Lua. As áreas escuras são regiões mais planas compostas de basalto, um tipo de rocha mais recente que a parte branca que é mais montanhosa. Sempre se associou estas regiões escuras a impactos de asteroides e atividade vulcânica no passado lunar. A maior parte destes mares tem formas arredondadas ou ovais que indicam impactos.

Entretanto, um desses “mares” lunares parece ter outra origem: o Mar das Tormentas. Recentemente, uma equipe formada por vários cientistas planetários, de diversas universidades americanas, chegaram a interessantes conclusões sobre este tema. Eles publicaram na revista Nature o resultado de um estudo a partir de dados de duas sondas da Nasa. As sondas gêmeas fazem parte da missão denominada Grail. Ao mapear detalhadamente os contornos do Mar das Tormentas, identificaram vários alinhamentos retos o que afasta a origem de impacto. O contorno poligonal reforça a possibilidade de algum tipo de vulcanismo interno semelhante às placas tectônicas.