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Somos restos de estrelas

Nós só estamos aqui porque antes de nosso Sol nascer, algumas estrelas explodiram nas redondezas e enriqueceram a nebulosa que nos deu origem com elementos pesados. Esse material é lançado ao espaço e pode encontrar um ambiente propício para dar origem à vida e permitir a sua evolução.

Hidrogênio e hélio são os elementos mais abundantes no Universo. Eles estão por toda a parte desde o Big Bang, quando o Universo começou a se expandir – e continua até hoje. Mas, e os outros elementos que encontramos por aí, nas estrelas, nos planetas e até mesmo em nós. De onde vieram?

Na tabela periódica são 103 elementos químicos conhecidos, muitos deles estão presentes em nossos corpos, pois precisamos deles para sobreviver. Muitas doenças estão relacionadas à falta ou à abundância de um determinado elemento químico. As células que formam nossos órgãos estão constantemente sendo substituídas. Somos feitos de uma mistura de elementos químicos, forjados num processo evolutivo de bilhões de anos, necessários aos nossos órgãos e que nos permitem viver.

Mas voltando ao nosso tema principal: De onde vêm esses elementos químicos? Da fusão nuclear no interior das estrelas. As estrelas são feitas, principalmente, de hidrogênio e hélio. É a partir do hidrogênio que elas começam a produzir energia (fusão nuclear) que as mantém em equilíbrio, num constante jogo de forças com a gravidade.

Com a fusão do hidrogênio é produzido o hélio. O processo de fusão nuclear segue adiante produzindo novos elementos. Neste momento, entram em cena, principalmente, o hélio, o carbono, o oxigênio, o silício, o nitrogênio, o enxofre e, por último, o ferro. Outros elementos químicos identificados na tabela periódica só são possíveis através da explosão de uma estrela. Muitas dessas estrelas, que nasceram com muita massa (várias vezes a massa do Sol), no fim de suas vidas explodem em supernovas e uma quantidade enorme de energia é gerada, permitindo a criação de novos elementos químicos. Sendo assim, são as pequenas partículas – poeira das estrelas – que, juntas, nos permitem pensar, escrever e compreender o Universo.