Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

Será que o céu de Plutão é azul mesmo?

Segundo as últimas notícias anunciadas pela NASA, Plutão é bem mais dinâmico do que se presumia. A sonda New Horizon está trazendo dados e mais dados reveladores da superfície e atmosfera do planeta anão. Neblina azulada, indícios de atividade geológica e gelo de água são as novidades que indicam um dinamismo bem diferente da ideia de um mundo meio morto e congelado.

A existência da atmosfera de Plutão já era conhecida desde a década de 1980 quando foram observadas ocultações de estrelas pelo astro gelado. Ao passar na “frente” de uma estrela, Plutão a eclipsava por alguns momentos. Se o astro não tivesse envoltório gasoso, a luz da estrela seria cortada abruptamente. Mas isso não ocorria. Havia uma variação de luminosidade mais suave antes e depois do “eclipse”. Com a passagem da New Horizon pelo lado noturno do planeta anão, conseguiu-se fotografar um anel tênue de neblina azulada, iluminada pela luz do Sol, que está ao fundo. Essa cor se deve às reações químicas entre nitrogênio e metano. Algo semelhante ocorre em Titã, satélite de Saturno. Essa rarefeita atmosfera só pode ser observada na borda do disco de Plutão. Provavelmente, da superfície não se notaria nada. A natureza do azul do céu na Terra é muito diferente da descrita acima.

E a água? Descobriram indícios de água corrente em Marte, agora gelo em Plutão. Isso significa que tem vida lá? Não, ainda não significa isso. Entretanto, confirma o que já sabemos: a água não é uma substância tão rara assim, principalmente na região do Sistema Solar mais externa onde temos luas cobertas de gelo e cometas.

Mais descobertas interessantes nos aguardam nos próximos anos, com certeza.