Usamos cookies em nosso site para lhe dar a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e repetindo visitas. Ao clicar em "Aceitar tudo", você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.

Visão geral da privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes, os cookies categorizados conforme necessário são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. T...

Sempre ativado

Os cookies necessários são absolutamente essenciais para que o site funcione corretamente. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.

Quaisquer cookies que podem não ser particularmente necessários para o funcionamento do site e são usados especificamente para coletar dados pessoais do usuário através de análises, anúncios, outros conteúdos incorporados são denominados como cookies não necessários. É obrigatório obter o consentimento do usuário antes de executar esses cookies em seu site.

A constelação da Coroa Boreal

A pequena Coroa Boreal é uma constelação que tem suas estrelas formando um arco pela metade, quando olhamos para ela no céu. Mas o local onde ela se encontra fica para o norte e, por isso, o boreal no nome. Suas estrelas são mais brilhantes que as estrelas da constelação da Coroa Austral, sua “irmã” do sul, e é facilmente localizada entre as constelações de Hércules e do Boieiro, principalmente no começo das noites de inverno. Também é uma constelação muito antiga, estando presente no famoso livro Almagesto.

Várias estrelas se destacam nela, mas apenas as duas mais brilhantes têm nomes próprios: Gemma (a mais bela ou gema) é a mais notável, também é conhecida como Alphecca, mas, como esse nome também aparece numa estrela da Coroa Austral, ele não é quase usado; e Nusakan (indigente) é a outra estrela com nome.

As lendas contadas sobre esta constelação são confusas e misturadas, e envolviam Dionísio (deus das festas, do vinho, do teatro) e Ariadne, filha do rei de Cretas, seu grande amor. Um dos contos dizia que Ariadne havia sido abandonada por um príncipe chamado Teseu, quando os dois se conheceram e se apaixonaram.

Dionísio, então, para demonstrar todo seu encanto pela a amada, deu-lhe uma coroa de presente. No dia de seu casamento, Ariadne usou essa coroa e Dionísio, para comemorar o dia festivo, transformou o presente em constelação e a colocou no céu.