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100 Anos do Nascimento de Arthur C. Clarke

Apesar de mais famoso por sua participação fundamental no filme de Stanley Kubrik – 2001, Uma Odisseia no Espaço (1968), o escritor Arthur C. Clarke tem uma obra riquíssima. Clarke escreveu dezenas de livros, contos e artigos em áreas desde a ciência aplicada, passando pela divulgação científíca e aportando na ficção científica. Junto com Isaac Asimov e Ray Bradbury, Clarke formou o que foi conhecido com o ABC da era dourada de ficção científica.

O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se um pouco além dele, adentrando o impossível.”

Placa fixada na casa onde Arthur Clarke nasceu.

Nascido em Minehead (Inglaterra) em 16 de setembro de 1917, Arthur Clarke faria seu 100 aniversário no sábado próximo. Durante a Segunda Grande Guerra ele foi técnico da RAF (Royal Air Force), trabalhando com o desenvolvimento de radares. Em outubro de 1945, a revista Wireless World publica um artigo seu no qual lança os princípios da comunicação via satélite intitulado Extra-Terrestrial Relays, Can Rocket Stations Give World-wide Radio Coverage?. Foi neste artigo que Clarke estabeleceu a ideia dos satélites geoestacionários, sugerida por Herman Potočnik em 1928. Lembrando: o primeiro satélite  artificial (Sputnik 1) só foi lançado em 1957 e o primeiro geoestacionário só viria em 1962 (Syncon 2). 

“Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia.”

No alto: Esquerda: livros de divulgação científica. Centro: Clarke recebe um prêmio sobre radiodifusão. Direita: livro sobre espaço.
Centro: artigo sobre satélites de telecomunicação. Em baixo: Esquerda: alguns títulos de ficção científica. Centro: fotos do Clarke recebendo o prêmio Marconi.

A obra de Clarke na ficção fundamentou o sub-gênero hard science fiction com livros emblemáticos como O Fim da Infância (1953), 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968) e Encontro com Rama (1972). 2001 foi escrito simultaneamente com o roteiro do filme homônimo, mas sua origem está no conto escrito por Clarke em 1951: A Sentinela.

Clarke veio a falecer em Sri Lanka, em 19 de março de 2008, após presentear-nos com uma obra que elevou a imaginação da humanidade. Suas ideias e histórias foram muito mais alto do que sonhava-se há 100 anos. Tudo indica que essa obra continuará nos apontando um futuro por mais um século.

“Quando um cientista distinto e experiente diz que algo é possível, é quase certeza que tem razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.”

Na próxima sexta dia 15/12/2017 estaremos comemorando o Centenário de Clarke no Planetário do Rio das 17 as 19 juntamente com o Clube de Leitores de Ficção Científica.

Para conhecer um pouco mais…

Scicast #56: Arthur C. Clarke